Fido
Resumo: “Sejam bem-vindos a Willard, uma pequena cidade perdida no idílico mundo dos anos 50, onde o sol brilha todos os dias, todos se conhecem, e zombies apodrecidos distribuem o correio. Anos antes, a Terra passou por uma nuvem de pó espacial, fazendo os mortos ressuscitarem com uma fome insaciável por carne humana. O terror espalhou-se pela terra, até ser inventado uma coleira que tornava os zombies dóceis, até mesmo úteis. Nascia uma empresa: a ZomCon. Graças à sua coleira de domesticação, os zombies tornaram-se jardineiros, leiteiros, empregados, e até animais de estimação. A ZomCon gostaria que todos acreditassem que têm o mundo controlado, mas será que têm? Timmy Robinson não concorda. Acha que o mundo é “cheio de tretas”. Um estranho solitário, Timmy passa tanto tempo no quarto que nem os seus pais reparam nele. Por isso, quando a Mãe compra um zombie para ajudar lá em casa, Timmy fica surpreendido, e até curioso, quando a besta quer brincar. Quando o zombie o salva dos brigões locais, nasce uma verdadeira amizade, e Timmy chama o zombie de “Fido”. Mas a coleira do Fido avaria, e os vizinhos começam a pagar a factura.”
Titulo Português: Fido
Titulo Original: Fido
Ano: 2006
Realização: Andrew Currie
Argumento: Robert Chomiak, Andrew Currie, Dennis Heaton
Actores: Carrie-Anne Moss, Billy Connolly, Dylan Baker, K’Sun Ray, Tim Blake Nelson, Henry Czerny, Rob LaBelle
Géneros adicionais do filme: Comédia, Ficção Ciêntifica
Trailer do filme Fido:




















joka em 8 Abril 2008:
e bue loco curti bue
Ricardo abadessa em 18 Maio 2008:
Uma paródia estranha sobre os zumbis. ficou um pouco incoerente sobre o entender da historia, mas não ficou mal não.
passageirodealgumtrem em 28 Junho 2008:
Estranho, trash, confuso… mas muito divertido, é como se fosse uma crítica, sobre um estilo de vida que não se encaixa em padrão algum; não achei ruim, só achei sem-pé-nem-cabeça, sem propósito. Era pra ser uma paródia mesmo, sobre filmes de zumbís, mas o resultado foi inexpressivo demais nesse ponto, não arranca risadas, mas em contrapartida, faz pensar sobre a subvalorização do ser humano.